
Continuando a saga poética, deixe seus breves versos cheios de luz…
Este conteúdo foi publicado em Quinta, 24 de Agosto de 2006 às 10:51 e está arquivado em Geral, Loco, Nenhum dos anteriores, Filosofando, Estronho e esquésito. Você pode acompanhar quaisquer comentários a esta publicação através do RSS 2.0.
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24 de Agosto de 2006 @ 10:53
Sob as nuvens…
Sob a sombra do céu…
Leva fios de vida…
na claridade de sua luz…
24 de Agosto de 2006 @ 10:56
Quem olha pra cima em verdade não vê
Que o asfalto que sestende,
Raiz deste é.
24 de Agosto de 2006 @ 10:58
emaranhado de saber
nessa nebulosidade alheia
deixa fluir a luz
neste fino e humilde poder
24 de Agosto de 2006 @ 11:01
Coisa tão simples
Que na noite está a brilhar
Iluminando os enamorados
Inspirando os poetas
Castigando os ceguetas.
24 de Agosto de 2006 @ 11:09
falho pobre poste
nem fios completos possui
nem luz nem sombra produz
patéticamente triste
impotentemente solitário
24 de Agosto de 2006 @ 11:28
Madeira sustenta
metal conduz
agitam-se elétrons
na escuridão
na luz.
24 de Agosto de 2006 @ 11:42
Se a luz água fosse.
Canos aéreos se estenderiam.
Ligaríamos lagos.
Banharía-mo-nos de luz.
24 de Agosto de 2006 @ 13:42
Um simples pedaço de pau
Ao olhar de um andarilho
Quão pouco importa o trabalho do homem q aqui passou
Ou da velha que ali debaixo as horas enxergou.